As festas de fim de ano são reveladoras. Eu jamais faria um post sobre as Silly Bandz que foram a modinha de 2010 e devem continuar verão 2011 adentro. Não bastasse amanhecer em plena terça-feira cantando Baby, baby, baby, oooh à la Justin Bieber, eu tive que me render e falar das pulseirinhas.
Lançadas por Robert Croak para o natal de 2008, as Silly Bandz são pulseiras de borracha com formatos e cores mis. A mania começou entre as crianças, mas a moda pegou. Celebridades estão usando, o que só faz ampliar o público deste acessório que deve ser o mais barato dos últimos tempos. Por causa da variedade – diga-se de passagem, em volumes gringos – ela virou objeto de desejo e de coleção, com o pessoal trocando como figurinha de Copa do Mundo ou cartões de baseball.
Nada que lembre a seriedade das pulseiras em prol de grandes causas, como as pesquisas para a cura do câncer patrocinadas pela venda da pulseira de silicone amarela Livestrong de Lance Armstrong. Também não são tão bizarras como as pulseiras para balancear a energia ou tão absurdas como as pulseiras de sexo, banidas de escolas no mundo inteiro por motivos óbvios. Talvez guardem alguma semelhança com as pulseiras com charms das quais até eu sou adepta. O que interessa é que as Silly Bandz, bobas como o nome indica, de bobas não tem nada. Elas já renderam 200 milhões de dólares só no primeiro ano. Primas ricas dos elásticos de escritório, elas são vendidas em pacotes de 12 a 500 com preços começando em 1 dólar.
Numa prova de que o mundo da moda e do luxo estão realmente atentos ao street fashion – porque, no fundo, no fundo, é dela que costumam vir as idéias que dão mais dim-dim – Marc Jacobs já tratou de colocar as suas pulseirinhas no mercado, mas o pacote com cinco sai por 15 dólares.
Para terminar este mergulho no universo pré-adolescente, um conselho: se você decidir aderir a este modismo de verão e tiver mais de 13 anos, se jogue, mas trate de misturá-las (pile up) com braceletes rígidos e metálicos, para não parecer uma estrela do Disney Channel.
Lançadas por Robert Croak para o natal de 2008, as Silly Bandz são pulseiras de borracha com formatos e cores mis. A mania começou entre as crianças, mas a moda pegou. Celebridades estão usando, o que só faz ampliar o público deste acessório que deve ser o mais barato dos últimos tempos. Por causa da variedade – diga-se de passagem, em volumes gringos – ela virou objeto de desejo e de coleção, com o pessoal trocando como figurinha de Copa do Mundo ou cartões de baseball.
Nada que lembre a seriedade das pulseiras em prol de grandes causas, como as pesquisas para a cura do câncer patrocinadas pela venda da pulseira de silicone amarela Livestrong de Lance Armstrong. Também não são tão bizarras como as pulseiras para balancear a energia ou tão absurdas como as pulseiras de sexo, banidas de escolas no mundo inteiro por motivos óbvios. Talvez guardem alguma semelhança com as pulseiras com charms das quais até eu sou adepta. O que interessa é que as Silly Bandz, bobas como o nome indica, de bobas não tem nada. Elas já renderam 200 milhões de dólares só no primeiro ano. Primas ricas dos elásticos de escritório, elas são vendidas em pacotes de 12 a 500 com preços começando em 1 dólar.
Numa prova de que o mundo da moda e do luxo estão realmente atentos ao street fashion – porque, no fundo, no fundo, é dela que costumam vir as idéias que dão mais dim-dim – Marc Jacobs já tratou de colocar as suas pulseirinhas no mercado, mas o pacote com cinco sai por 15 dólares.
Para terminar este mergulho no universo pré-adolescente, um conselho: se você decidir aderir a este modismo de verão e tiver mais de 13 anos, se jogue, mas trate de misturá-las (pile up) com braceletes rígidos e metálicos, para não parecer uma estrela do Disney Channel.





gostei mto do blog, seguindo. segue tbm?
ResponderExcluirhttp://caprichaamiga.blogspot.com/
kisses:*